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Look: vestido rosé, coturno e o fim de um bloqueio!

Quem me segue nas redes sociais já viu esse lookito, mas decidi repostar aqui no blog já que aqui consigo tagarelar mais rsrsrs...

Quando postei no Facebook, por meio de um comentário, uma amiga (beijo Rafa) me lembrou que há um tempo eu tinha um bloqueio: a dificuldade de misturar roupas claras com sapatos escuros. Eu até mencionei isso no blog, leitoras mais antigas devem se lembrar, mas veja só, acabei montando o look com um vestido rosé bem clarinho e o coturno preto. Fico feliz em quebrar bloqueios, derrubar conceitos... Acho que é um sinal de evolução, de amadurecimento. Engraçado que eu nem me lembrava muito disso, e quando ela comentou achei muito engraçado e decidi compartilhar com vocês. Acho interessante bater nessa tecla que representa a nossa possibilidade de flexibilizar conceitos, de experimentar e quem sabe então gostar do que antes não agradava. Não é feio mudar de opinião, pelo contrário, acho que prejudicial é se manter irredutível, não se abrir para novas ideias, possibilidades. Prejudicial é ficar engessado num conceito por preconceito (o que não se confunde com ser fiel a um determinado estilo, tá) ;)

Dá pra fazer uma associação, da moda pra vida, e lembrar que sempre vale a pena dar uma chance pro desconhecido, pra aquilo dá uma certa insegurança porque se transformar é bom, é positivo!
 


Na foto que postei nas redes sociais estava sem blazer, mas aqui temos as duas opções :) Ah se lembram que eu estava na busca de um blazer preto perfeito? Achei esse na Riachuelo do Shopping Praça Nova e amei. Super bem acabado, alongado na medida certa, tecido gostoso. Tem vários modelos lindos lá, inclusive um de botões prateados, bem vibes Balmain de ser. Se você está precisando vale dar uma conferida.



Espero que tenham gostado! 

Beijão <3

Você vai usar meia arrastão?

Olha, euzinha estou querendo, viu? Mas to querendo usar de uma forma bem, digamos assim, "tranquilinha"...



A gente tem visto a meia de uma forma até exaustiva nas fotos por aí, mas normalmente sendo usada com uma pegada fashionista demais pro cotidiano (pelo menos pro meu rsrsrs). 

Eu particularmente não to me imaginando com aquelas meias de trama bem aberta, por baixo das calças jeans rasgadas, com o cós aparecendo na barriguénha, mas com essas mais delicadinhas, com a trama mais fechada, ahhh, com essas o look de outono tá praticamente montado na cabeça...


Inclusive, quero copiar esse look *-*


Do jeito que a tendência foi exposta pra nós, fica aquela sensação de que a meia tem uma informação fashion muito pesada, limitante. Eu acho que é apenas uma questão de adequação! Pra balancear com a "força" da meia, peças mais simples, com pouca informação, detalhes femininos são escolhas certeiras... A combinação fica linda!




Sem contar que eu acho uma boa alternativa pra mudar a cara de uma produção sem gastar muito. É um pequeno detalhe que faz diferença... 





E aí, encara ou deixa passar? Me conta!

Beijos

Bomber Jacket para todas!



No post passado eu comentei sobre conceitos que formamos sobre determinadas peças, conceitos muitas vezes pouco flexíveis, que culminam no "isso não é pra mim", "gosto mas não é meu estilo", entre outros, que vão na contramão da crescente liberdade, que finalmente a gente vem conquistando. Liberdade no sentido de misturar, ousar, de poder usar qualquer coisa quando há vontade. Os tênis são ícones dessa transformação já que antes eram associados apenas a looks esportivos ou extremamente despojados. A grande adesão ao calçado fez com que as marcas se esforçassem pra criar a maior variedade possível de modelos, para que todos os estilos se vissem representados, e então, passassem a inseri-lo nas produções, gerando um impacto que, no meu ponto de vista, é muito positivo porque a gente passou a se ver arrumada e bela, mesmo sem saltos matadores, concordam?

Essa introdução toda pra falar de uma peça em específico que ainda é estigmatizada: a Jaqueta Bomber!


Já ouvi de muitas mulheres que, apesar de gostarem, não se veem usando a peça por considerarem que o estilo não condiz com seu estilo próprio. Que fique bem claro que ninguém deve se sentir obrigado a usar algo só porque esse algo está em em alta, por isso, no caso em questão, o post é destinado para aquelas mulheres que gostam da peça mas que, por ter um estilo mais clássico, mais chique ou mais sério, ou um determinado tipo de corpo, não conseguem se ver usando. A boa notícia é que Bomber Jacket é pra todas sim, seja você super despojada, seja você chiquérrima, magrinha ou curvilínea. Como eu digo isso com tanta firmeza???  Vou mostrar uma foto e explico tudo depois:




Acima, Costanza Pascolato, musa, no alto dos seus 78 anos, chique de doer, arrasando com a sua humilde (sqn) Bomber Jacket. Quem vê referência esportiva ou despojada nessa jaqueta maravilhosa, rica e bordada? 

Percebam que o tecido, os bordados e a combinação feita por Costanza passou longe de um look esportivo, e é aí que mora o segredo: a peça em si pode até ter referências que facilitem a composição de um look mais esportivo ou despojado mas isso não impossibilita converter esse conceito em outro, levando em conta o tecido, os detalhes, os acabamentos. Pra ser bem clara, tudo é uma questão de adequação da peça como um todo ao seu estilo e não só ao conceito dela especificamente, entendem?

                                              
Vejam só: um look extremamente romântico, feminino, com Bomber Jacket. Esse "casamento" só foi possível porque a combinação das cores, e a "limpeza" da peça possibilitaram.

                                            

"Ahhh, Bomber Jacket não é delicada...". Ooooops. Cetim rosé, calça com bordados florais e salto. Conceito flexibilizado com sucesso!

                             
"Ahhh, mas Bomber Jacket é informal demais pro ambiente de trabalho." Depende miga. Se o tecido for moletom concordo plenamente com você, mas temos cetim azul marinho justamente pra flexibilizar esse conceito :)

                          

"Ah, mas é informal demais pra lacrar por aí." Nananinanão, e nem vou me explicar porque a foto fala por si.

                           

"Bomber Jacket só fica bonita em adolescentes e jovenzinhas". Miga, não. Bomber Jacket é pra todas, mesmo :)

                                              

"Tenho curvas, Bomber Jacket não fica bem em mim.". Fica sim, acredite em mim! É só procurar um modelo alongado, num tecido mais fino e deixar aberta como na foto :)

Bomber Jacket é só um dos exemplos de peças que merecem ter seus conceitos flexibilizados, pro nosso bem. Tão ruim quando a gente gosta de determinada coisa mas não se sente "no direito" de usar né? A gente pode sim, como eu sempre digo, a gente pode muito <3 

Beijos


Meio termo!

Eu sempre fui uma pessoa do tipo "8 ou 80" no que diz respeito a saltos. Meio termo não tinha vez no meu gostinho, então pra me agradar, era tudo ou nada. "Meio salto" não tinha espaço por aqui. Porém o tempo passa, as coisas mudam, a gente muda, e não é que agora eu passei a ver beleza nos saltinhos médios? Eu me encantei especificamente pelos sapatinhos com cara de sapato de vó, e não foi pouco...


Esse sapatinho clássico da Chanel começou a pipocar no meu Instagram, mas eu demorei tanto pra dar o devido valor, justamente pela minha implicância com o salto, que só depois notei que algumas marcas nacionais como a Luiza Barcelos tinham recriado o modelo. Quando eu me dei conta, já estavam esgotados :(




 Acho que o conceito que eu nutria era inflexível... Eu não conseguia imaginar esse tipo de sapato acompanhando looks joviais, despojados e cheios de graça. É esse o nosso erro na maioria das vezes... Não forçar o olhar pra ver além, não enxergar novas formas de usar, novas combinações. 












No site da Arezzo encontrei dois modelos interessantes nessa pegada:

R$199,90

R$259,90


Agora eu só vejo charme *-*

Vocês também são assim?

Com que frequência flexibilizam conceitos?

Beijos

Desejando: pantacourt jeans!

Eu sei, eu sei que é um desejo polêmico mas eu não to conseguindo ignorá-lo!




Pantacourt, por si só é uma peça há muito questionada. Adicionamos polêmica quando ela é confeccionada no jeans.

Eu confesso que nas primeiras vezes que vi não gostei. Fui mais flexível com a pantacourt de tecidos molinhos, uso horrores hoje em dia mas a jeans foi mais difícil de digerir, e, acredito que essa difícil digestão tenha relação com a rigidez do tecido. Com isso, pra que o look fique bacana, o caimento da peça precisa ser perfeito. 

Acontece que eu não sou lá muito resistente a tendências que tenham relação com meu estilo, e, considerando que pantacourt virou uma paixonite, e jeans é um dos meus amores desde sempre, temos uma misturinha que resulta na vontade de provar!
            
                     

                         


 
Ameeei esse look *-*

                        

                      

                                             

A peça tem um ar meio vintage, o que possibilita a criação de looks interessantes. Acho divertido pra fugir do jeans normal de todos os dias, e gostaria muito de experimentar.

Alguém partilha comigo esse desejo?

Beijos



Não se desculpe por fazer o melhor pra você!


Já estava preparando meu pedido de desculpas pelos dias de ausência por aqui, e pela diminuição dos posts nas redes sociais de uma forma geral, como sempre fiz, mas eu parei pra pensar que por diversas vezes, na vida, eu me desculpei por ter feito coisas que eram necessárias pra mim, por ter simplesmente obedecido a minha mente e o meu coração. Nesses últimos dias, eu não tive cabeça e nem coração pra blogar por diversos motivos. Cabeça e coração, na acepção mais poética possível, são meus instrumentos pra gerar conteúdo e quando eles estão em descompasso, eu prefiro me recolher. Primeiro porque abomino o tal "postar por postar", e segundo, porque acredito em energias, e quero que vocês recebam sempre o que há de melhor em mim, por isso essa pausa não é lesiva a ponto de tornar necessário um pedido de desculpas. 

Mas essa quase automática vontade de pedir desculpas me fez pensar sobre as tantas vezes, na vida, que a gente se obriga a fazer determinadas coisas, passando por cima de sentimentos, de convicções, de vontades, pra nutrir uma expectativa alheia, pra honrar o que o outro espera de nós... "Você escolheu ter um blog, então tem que manter atualizado porque é isso que blogueiras fazem", "Já que você escolheu fazer isso não pode deixar que os problemas pessoais interfiram no seu desempenho...".  Quando você não nutre as expectativas, surge então a falsa necessidade de se desculpar por simplesmente ter feito o que queria, ou o que precisava fazer... A verdade é que a gente não precisa se desculpar por fazer o que acha melhor no momento, desde que não esteja lesando ninguém! A gente precisa parar de buscar de forma incessante a perfeição que o mundo espera de nós, e que a gente deseja, porque cês sabem né, não somos perfeitos! 

Eu poderia tranquilamente soltar um post novo aqui, sem ao menos tocar nesse assunto, mas eu acho que expondo o meu raciocínio, o meu ponto de vista, eu posso, quem sabe, ajudar alguma pessoinha aí que esteja sentindo os ombros cansados, que esteja exausta por carregar tanto peso oriundo de cobranças externas e internas... Eu queria dizer que tá tudo bem se permitir certas coisas. Tá tudo bem frustrar a expectativa das outras pessoas, porque expectativas pertencem e vinculam tão somente as pessoas que as geram, são subjetivas. As idealizações que nós fazemos, são nossas, e não vinculam ninguém. 

Nós temos nossos próprios ideais, e sendo assim, temos capacidade o bastante para buscá-los, da forma que acharmos conveniente. Só nós conhecemos as nossas feridas, as nossas fraquezas, os nossos sonhos e as nossas necessidades, então, só nós temos condições de saber o que fazer com as nossas próprias vidas! Honre seus anseios, faça o que é necessário e não se desculpe por isso. Não pense que é egoísmo, é só um pouco de amor próprio ;)

Fonte: Google


Achei!!!

Alô, alô, tem alguém aí????

Espero que sim, porque cês sabem que eu dou uma sumidinha mas sempre volto né? Vamos de achadinhos pra voltar com tudo, então? Vamooos!!!

Riachuelo do centro, agorinha:

                

                  


                  


Sapatinhos primeiro: uma sapatilha fofa, estilosa e toda molinha por R$49,90 e um oxford flatform com um jeito muito Stella McCartney de ser por R$149,90.

Temos até inspirações:


                        

                                                        

                            

Bolsinhas agora:

                 

                     

LV mandou lembranças...

                 

                 

                     

Fendi também manda lembranças (em dois tamanhos)...

                

               


Proenza  Schouler, em dois tamanhos, também manda um oizinho rsrsrsrs.
                    

Agora roupitchas:

                


                       

                

                  


                   

                   

                

                  

Muitas fotos dessa produ porque eu amei muito, tipo muito mesmo. Olhem a lindeza que é essa blusa, essas mangas... Fiquei apaixonada! A pantacourt não me encantou não. É muito molinha, marcou demais, mas a composição ficou linda né? Modéstia a parte rsrsrsrs...

                 

                 

                 

                  

             

                  

                 

Fofura define essa produção. Ao vivo ficou mais graciosa que na foto. A saia é na verdade um short-saia, e essa armaçãozinha dela dá um toque charmosinho. Amei o modelo da blusa, bem fechado em cima e com babadinhos nas mangas. O tecido dela me deixou um pouco pensativa, é grosso mas estica, não sei explicar. Desejei, mas não encarei só por isso (não só por isso, é porque tudo tem limites, se é que vocês me entendem kkkk). 

              

                

                 

                  

Tricô da riqueza, todo platinado. Já imaginei no outono/inverno com saia preta básica, meias e botinhas *-* 

E aí gostaram?

Beijos